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Sete Guardas Revolucionários foram mortos, incluindo dois comandantes

Um ataque israelense sem precedentes teve como alvo o consulado iraniano em Damasco nesta segunda-feira (1°), informou a mídia estatal.

Publicada em 02/04/2024 às 05:37h


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Sete Guardas Revolucionários foram mortos, incluindo dois comandantes

O Corpo de Guardas Revolucionários, o exército ideológico da República Islâmica do Irã, anunciou hoje que sete de seus membros, incluindo dois comandantes, foram mortos.

Esse foi o quinto ataque em oito dias que teve como alvo a Síria, onde o Irã e seus aliados apoiam o governo de Bashar al-Assad. O Ministério da Defesa da Síria informou que várias pessoas foram mortas ou feridas no ataque israelense ao anexo da embaixada iraniana em Damasco. "O inimigo israelense lançou ataques aéreos tendo como alvo o prédio do consulado iraniano em Damasco", disse o ministério, acrescentando que o ataque havia "destruído completamente o prédio" localizado em Mazzeh, um bairro que abriga embaixadas e prédios das Nações Unidas.

"Todos os que estavam lá dentro foram mortos ou feridos", continuou o ministério. O ministro das Relações Exteriores da Síria, Fayçal Mekdad, condenou um "ataque terrorista hediondo" que matou "várias pessoas inocentes" em uma declaração divulgada pela agência de notícias oficial síria Sana. "A entidade de ocupação israelense não poderá ter qualquer impacto sobre os laços entre o Irã e a Síria", insistiu ele.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Hossein Amir-Abdollahian, pediu na segunda-feira à "comunidade internacional" que dê uma "resposta séria" aos ataques israelenses. Durante uma ligação com seu colega sírio, o chefe da diplomacia iraniana descreveu o ataque "como uma violação de todas as obrigações e convenções internacionais, atribuiu as consequências dessa ação ao regime sionista e enfatizou a necessidade de uma resposta séria da comunidade internacional a essas ações criminosas", de acordo com um comunicado do ministério.

De acordo com o embaixador iraniano em Damasco, essa é a primeira vez que Israel tem como alvo direto uma representação diplomática iraniana na Síria, informa o correspondente da RFI em Teerã, Siavosh Ghazi. O prédio abrigava o consulado iraniano e a residência oficial do embaixador. O "prédio foi atacado por caças F-35 e seis mísseis [...]. Responderemos de forma decisiva a essa ação", disse o embaixador aos jornalistas. O diplomata iraniano acrescentou que "vários diplomatas e militares iranianos foram mortos".

Dois comandantes da Guarda Revolucionária mortos

O Corpo de Guardas Revolucionários, o exército ideológico da República Islâmica do Irã, anunciou nesta segunda-feira que sete de seus membros, incluindo dois comandantes, morreram no ataque. Em um comunicado, os Guardiões condenaram veementemente o ataque, confirmando que dois membros seniores da Força Qods, Mohammad Reza Zahedi e Mohammad Hadi Haji Rahimi, estavam entre as vítimas.

De acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), oito pessoas foram mortas no ataque, incluindo um comandante e cinco membros da Guarda Revolucionária Iraniana, além de dois assessores. "Os mísseis israelenses destruíram o prédio de um anexo da embaixada iraniana em Damasco", segundo a ONG com sede no Reino Unido, que tem uma vasta rede de fontes no país.

A televisão estatal iraniana Irib informou que "o general de brigada Mohammad Reza Zahedi, um dos principais comandantes da Força al-Quds da Guarda Revolucionária Islâmica, foi martirizado em um ataque de combatentes do regime sionista ao anexo da embaixada da República Islâmica do Irã em Damasco". A força al-Quds é o braço de operações estrangeiras dos Guardiões. A agência de notícias iraniana Nour acrescentou que "Hossein Akbari, embaixador da República Islâmica do Irã em Damasco, e sua família não ficaram feridos no ataque israelense".

Um correspondente da AFP no local confirmou que o prédio anexo da embaixada havia sido completamente destruído pelo ataque. Em um sinal da importância do alvo, o ministro das Relações Exteriores da Síria, Fayçal al-Mokdad, visitou o local do ataque na companhia do governador de Damasco e de outras autoridades de alto escalão, relata nosso correspondente na região, Paul Khalifeh.

Israel realizou centenas de ataques na vizinha Síria contra posições do governo sírio, grupos pró-iranianos como o Hezbollah libanês e alvos militares iranianos desde o início da guerra naquele país em 2011. Os ataques se intensificaram desde o início, em 7 de outubro, da guerra entre Israel e o movimento islâmico palestino Hamas, um aliado dos inimigos de Israel, o Hezbollah e o Irã. Ao mesmo tempo, os ataques israelenses tiveram como alvo os oficiais do Hezbollah no Líbano, de onde o grupo xiita pró-iraniano realiza ataques contra Israel. Israel raramente comenta sobre seus ataques na Síria, mas afirma que não permitirá que o Irã, seu inimigo declarado, se estabeleça em sua fronteira.

Esse ataque é uma grande escalada na guerra que vem ocorrendo entre o Irã e Israel há seis meses. Ele ocorre um dia depois de um ataque com drone realizado por milícias iraquianas apoiadas por Teerã contra a cidade israelense de Eilat.

Com informação: noticias.uol.com.br




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